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	<title>Games, Booze and Thoughts</title>
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		<title>Need For Speed: The Run &#8211; Review</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 18:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Review de Need For Speed: The Run.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=216&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wubr.files.wordpress.com/2011/11/nfs-the-run.jpg"><img class="size-medium wp-image-217 aligncenter" title="nfs-the-run" src="http://wubr.files.wordpress.com/2011/11/nfs-the-run.jpg?w=300&#038;h=163" alt="" width="300" height="163" /></a></p>
<p>Quando Need For Speed: <strong>The Run</strong> foi anunciado, eu ainda estava jogando e delirando com o Need For Speed: Hot Pursuit da Criterion. E Hot Pursuit foi um jogo que resgatou muito do que a série era antigamente, além de “consertar” a jogabilidade da série, com o toque que só a Criterion sabe fazer (Burnout está aí pra mostrar que ela sabe o que faz em termos de jogos de corrida).</p>
<p>Fui vendo o nascimento de <strong>The Run</strong> aos poucos. E uma das críticas que tive à nova série é que usaria a engine Frostbite 2, a mesma de Battlefield 3. Pros PCs, ótimo. Só que eu já havia visto como Battlefield 3 iria ficar nos consoles e não achei nada agradável. Logo após isso, divulgaram que o jogo seria baseado numa estória sobre ter que cruzar os EUA de costa a costa. Sobre cruzar de costa a costa, ok, mas quando li sobre ter uma estória, logo lembrei de Most Wanted e Undercover, que não tinham uma estória boa. Aliás, não existe um jogo da franquia Need For Speed com estória boa. Até me arriscaria a dizer que todos os jogos de corrida que possuem alguma estória não a tem com qualidade alguma, mas acho que seria generalizar até demais. Mas isso fica pra outro post&#8230;</p>
<p>Logo depois, foi anunciado que <strong>The Run</strong> seria o primeiro jogo da série que traria uma experiência de jogo fora do carro. E é aí que vi o desastre acontecer. Isso foi mostrado na E3/2011 e esclareceu alguns pontos: não era uma movimentação livre, mas sim quick-time events. E depois disseram que o jogo só teria uma demo nos consoles, e não no PC. E alguns meses depois, a demo apareceu nos consoles e joguei. Dá pra perceber que a versão PC, como em Battlefield 3, foi a versão base, pois o tanto que tiveram que capar do jogo em gráficos para que ele rodasse me deu a impressão de ter voltado uma geração.</p>
<p>Eu havia feito a preorder dele antes de todos esses anúncios via Origin. Foi um tiro no escuro, mas que infelizmente pegou em alguma coisa que eu amava. <strong>The Run</strong> é um jogo indefinido, que não sabe o qual o tipo de experiência que quer passar ao jogador, com problemas de design bem chatos, uma trilha sonora meia boca, mas que, no geral, gera um jogo desafiador. Não sei bem se desafia porque realmente é difícil ou porque a jogabilidade é uma porcaria e o jogo usa isso como desafio para ser jogado.</p>
<p><strong>The Run</strong> foi feito pela EA Blackbox, a antiga Blackbox Games cujo currículo envolvem títulos como Need For Speed: Hot Pursuit 2 (2002), Need For Speed: Underground e Underground 2, NFS: Most Wanted, NFS: Carbon, Need For Speed: Pro Street, Need For Speed: World e finalmente, agora, <strong>The Run</strong>. Sinceramente e particularmente, os únicos dessa lista de títulos da franquia Need For Speed que gostei e joguei foram Hot Pursuit 2, pelos carros, Underground, pela novidade de modificação e “xuning”, ProStreet, pela esperança de terem consertado a dirigibilidade e Most Wanted, que me deu as melhores perseguições policiais até a Criterion dar um reboot na série Hot Pursuit. De resto, nenhum deles dá pra falar que me agradou, coisa que pode ser bem diferente pra alguns.</p>
<p>A começar pela estória, é um clichezão. Você encara um personagem que, por causa de ambição e burrice, acabou tendo dívidas com a máfia. E pra conseguir uma grana, decide apostar suas últimas fichas e habilidades numa corrida, que além de supostamente quitar seu débito com a máfia, renderia ainda uma grana de lucro. O clichê não é ruim. O modo estória, chamado de <strong>The Run</strong> (HERP DERP) até diverte, misturando corrida com perseguições policiais, fuga contra a máfia e até de tiros que, diferente do mostrado na demo da E3, podem fazer você se ferrar no jogo rapidinho. As vezes em que você sai do carro e tem que controlar o personagem, como já disse, são baseados em quick-time events. Aperte um botão ou uma combinação deles quando o jogo pedir e pronto. E só. De certa forma foi legal colocarem isso, porque você acaba sendo forçado a prestar atenção na estória. E só serve para isso isso mesmo, porque o jogo conta com quick-time events bem fáceis, mesmo no Hard, que é a dificuldade que comecei jogando esse jogo. Portanto, não espere desafios dignos de God Of War, ou, sendo mais hardcore, Guitar Hero no modo insano. É algo que sua mãe jogaria, mesmo tendo aquele tempinho pra olhar no controle antes de apertar o botão certo (ou errado). Esse modo estória rende, em média, duas horas de gameplay. Pra ter uma ideia, a campanha Call Of Duty tem, em média, cinco horas de duração. Battlefield 3, o pinto pequeno dos FPS em modo campanha, tem em média três horas e meia, quatro horas de duração. É um jogo com uma campanha pequena, mas que diverte na medida do possível. E por isso, acaba sendo melhor se concentrar no multiplayer ou no modo Challenge, que também é bacana.</p>
<p>O que mais falta, na realidade, é um modo que explique um pouco do que é a dirigibilidade em <strong>The Run</strong>, pois como falei, é a coisa mais indefinida nesse jogo. Se você está acostumado com os drifts insanos e maneiros de Need For Speed: Hot Pursuit, da Criterion, vai sofrer um bocado. Se eu tentar definir o que é a jogabilidade de <strong>The Run</strong>, diria que é a mistura de Underground com Pro Street e umas pitadas de Hot Pursuit 2, de 2002. Não entendeu? Pois é, é difícil de descrever mesmo. Enquanto o jogo te mostra que ele quer que você tenha experiências diferentes em pisos diferentes numa mesma corrida, como sair do asfalto pra terra e vice versa, da neve pra uma pista congelada, subidas e descidas rápidas que fazem o carro perder momentaneamente a aderência com a pista e também o controle, ele peca em te dizer como é que você vai controlar o carro. Você vê e percebe que também tentaram colocar um pouco das diferenças entre carros de diferentes tipos de tração. Um carro com tração dianteira acaba saindo mais de frente e maior dificuldade pra fazer curvas (understeer), um carro com tração traseira geralmente joga mais a traseira em curvas rápidas e um carro com tração nas quatro rodas em tempo integral geralmente faz curvas muito mais rápidas, mas fechadas demais (oversteer).  Tudo isso pede um controle maior sobre o carro e <strong>The Run</strong> peca muito em te explicar como isso acontece. Primeiro porque ele não explica. Não existe um modo tutorial, que apesar de criticado por muita gente por nos chamar de retardados (e em muitos casos, isso é uma grande verdade), aqui seria necessário, já que os carros são “duros” em alta velocidade e ora você tem que usar o freio de mão, ora o freio do “pedal”, ora ambos, ou nenhum. A única coisa que ele te fala sobre isso é que, quando for escolher um carro, há a seguinte informação sobre a dirigibilidade dele: fácil, normal, difícil, muito difícil, desafiadora. Só que daí, jogando, você percebe que nem sempre um carro com dirigibilidade desafiadora é tão difícil assim e que um carro taxado com dirigibilidade fácil fica extremamente difícil de controlar em certos momentos do que um taxado como muito difícil ou desafiador. Confuso? Pois é.</p>
<p>E existem alguns problemas no design do jogo. Ora algo é completamente destrutível, ora essa mesma coisa cria uma parede invisível que regaça seu carro. Você pode arrebentar as portas de um celeiro, que são de madeira, mas as paredes dele, que também são de madeira, dão perda-total no seu carro. Em um momento, você carrega os postes de uma cidade toda “no peito”. Noutra hora, um pequeno stand de jornais na rua é indestrutível. E noutra hora, esse mesmo stand é regaçado por você, deixando aquele monte de jornais no ar e um stand destruído. É algo que parece que funciona de forma completamente aleatória em alguns momentos e que estraga o divertimento. E sobre regaçar o carro, há um sistema de reset à lá GRID/DiRT/F1 201x. Não é tão elaborado quanto o da Codemasters ou da Turn10, com Forza, onde você volta onde quiser no tempo. Ao passar dos trechos, existem checkpoints. Se você bater o carro, volta exatamente naquele checkpoint. Só que não é só você quem volta, fazendo você perder segundos e segundos de seus oponentes. O jogo todo volta: seus oponentes, o tempo restante para completar a corrida e etc. E como nesses outros jogos que citei, você tem um número limitado de resets por corrida. E aí mora outro problema&#8230;</p>
<p>O jogo tem um mecanismo de detecção para saber quando ele vai dar o reset automaticamente, pois ou você faz isso manualmente, pressionando o botão de reset (back, no gamepad do Xbox 360, que uso aqui pra jogar no PC) ou o jogo faz por você. E nessa de fazer por você, há uma disparidade absurda sobre isso. Algumas vezes (muitas vezes) você vai perder o controle do carro e voar fora da pista. Um precipício? Reset OK. Muito longe dentro de uma plantação? OK. Mas tem horas que por alguns centímetros fora da pista, passar por cima de uma pedra já ativa esse sistema de reset, coisa que é chata e não prejudicaria tanto assim sua corrida e nem te daria vantagem.</p>
<p>E mudando de assunto, não dá pra falar de <strong>The Run</strong> sem comentar o uso da engine de Battlefield 3, a Frostbite 2. Em <strong>The Run</strong>, assim como em Battlefield 3, deu um visual muito bom se formos falar de efeitos visuais. Fumaça, “sun flare”, as pistas, fogo, e principalmente a modelagem dos personagens são de babar. Até mesmo nos consoles. O problema fica por conta das texturas, mesmo no PC. Aqui, não é toda hora que o jogo vai te presentear com gráficos de cair o queixo, muito pelo contrário. Algumas texturas são dignas de jogos de início de geração, fazendo você se perguntar por que decidiram usar essa engine, além de simplesmente mostrar que ela pode ser usada em qualquer título que não FPS. O problema é que, no PC, por utilizar a mesma engine, veio também com o mesmo bug que ainda também não foi corrigido em Battlefield 3: deixar o vSync ligado gera umas travadinhas chatas durante todo jogo, em qualquer configuração.</p>
<p>Os carros sofrem algum dano, mas é puramente estético. Não espere baixa performance se estiver com o carro todo quebrado. E também não espere muita coisa disso. É simplesmente visual.</p>
<p><strong>The Run</strong> também, IMHO, conta com uma das piores trilhas sonoras para um jogo de corrida que já vi até hoje. O som ambiente, apesar disso, é fantástico. O ronco dos motores dos carros é excelente e conta com bons detalhes, como o barulho da redução brusca de marchas fazendo o motor subir RPM e cuspir fogo pelos escapes.</p>
<p>No fim, Need For Speed: <strong>The Run</strong> fica pela experiência multiplayer, que é boa e desafiadora, mas como a jogabilidade é a mesma, os mesmos erros e problemas que rolam no modo single player rolam no multiplayer também. Mas ter outro humano pra desafiar já fica mais legal. Os oponentes em single player são desafiadores e fazem você usar e abusar das habilidades também, mas como a campanha e o modo Challenge são curtos, sendo o Challenge o mais longo deles, o multiplayer é quem sobra para uma diversão mais duradoura.</p>
<p>Mas mesmo que você só compre Need For Speed assim como uma maioria compra Call Of Duty, que é só pelo multiplayer e passam longe do modo single player, eu diria que o veredito final é que vale uma locação. Comprar seria dinheiro jogado fora. Mas se você, como eu, joga Need For Speed desde o primeiro, feito em conjunto com a Road &amp; Track, e não aguentou esperar e simplesmente precisa jogar, mesmo sabendo que pode ou não ser uma bomba, compre, porque nem eu teria moral pra falar o contrário.</p>
<p>Need For Speed: <strong>The Run</strong> saiu dia 15 para PC, Xbox 360, Playstation 3, Wii, Nintendo 3DS e pode ser comprado digitalmente para PC por meio da loja digital da EA, a Origin, por R$99,90.</p>
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		<item>
		<title>RAGE: o divisor de águas da iD</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 04:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[PS3]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>

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		<description><![CDATA[Como e por que RAGE deve ser lembrado na história da iD como um divisor de águas.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=212&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deu vontade de falar desse jogo. Principalmente porque, depois que os bugs foram corrigidos (pelo menos a boa maioria, ou melhor dizendo, os mais grotescos), o jogo se tornou jogável e finalmente consegui aproveitá-lo como queria.</p>
<p>Comprei-o via preorder no Steam por 59.99 &#8211; o que é salgado pra um jogo distribuído na forma digital, uma vez que seu preço de prateleira e em mídia é o mesmo – e dia 06 de outubro ele finalmente foi lançado. E eu tinha um grande hype por esse jogo, que acabou me mostrando ser um pouco mais até do que eu esperava.</p>
<p>Pra não dizerem que não comentei, RAGE utiliza uma engine nova da iD, a iD Tech 5, que mais do que uma nova forma de lidar com as texturas, tenta lidar com a performance para que o jogo se autoajuste enquanto você joga, para que não haja, teoricamente, baixas no frame rate, prejudicando sua jogabilidade. Mas o que mais me impressionou em RAGE, na verdade, não foi a engine, mas sim a própria “filosofia” e a <em>back-story</em> do jogo.</p>
<p>RAGE é um jogo, digamos, “quase-não” linear. É um mundo semi-aberto, com uma estória com seus principais objetivos rolando e alguns objetivos secundários (<em>side quests</em>) a serem cumpridos, caso você queira. Isso não é novo. Fallout 3, Borderlands e até mesmo jogos muito mais antigos como Zelda: A Link To The Past, possuem isso em sua estrutura. São “action-RPGs”, se posso intitulá-los todos assim; parte um jogo de ação, seja em primeira ou terceira pessoa, parte com elementos de RPG, com melhoramentos de armas, armaduras, escudos, talvez sistema de níveis para personagens e armas&#8230; E por aí vai. E é exatamente por esse modelo que RAGE impressiona.</p>
<p>A iD é uma empresa que vem fazendo jogos desde 1991 (praticamente há exatos 20 anos) e que praticamente segue o seguinte padrão: FPS de estória linear. Com a exceção de Commander Keen e Rescue Rover, que já fazem 20 anos que foram lançados, a iD nunca saiu desse padrão. Aliás, foi o padrão que ela adotou e que levou ela ao sucesso e conhecimento que possui hoje. John Carmack e John Romero são vistos como gênios no mercado de desenvolvimento de jogos até hoje e muito do que se joga em FPS hoje em dia, deve-se por causa desses dois caras, além da própria iD.</p>
<p>RAGE impressiona porque mostra a decisão da iD em sair da zona de conforto. Ainda é um FPS? Sim. Hexen e Heretic tinham um sisteminha de inventário, não tinham? Sim. Mas nenhum deles, até mesmo Commander Keen e Rescue Rover, que saem do gênero FPS, nunca deixaram de ser lineares. Sempre foram algo “saia do ponto A e vá ao ponto B”. Alguns deles acrescentavam “saia do ponto A, vá ao ponto B e faça X”. E só. RAGE é o primeiro jogo da iD em que você possui uma escolha do que quer fazer. É o primeiro jogo em que você ganha o privilégio da exploração de um mundo que, apesar de pequeno, pode-se considerar aberto. É o primeiro jogo onde a iD introduziu a habilidade de <em>crafting</em>, que virou moda na maioria dos jogos. Assim como em Dead Island, se você tiver conhecimento de um esquema sobre uma arma ou munição, você mesmo poderá fazê-lo desde que tenha os itens corretos, evitando assim que, na maioria das vezes, fique gastando dinheiro sem necessidade.</p>
<p>Como disse anteriormente, tudo isso que citei sobre RAGE não é novo. Vários jogos já usaram e estão usando hoje em dia esses elementos. O diferencial é que RAGE é a resposta sobre uma aposta de que ela nunca conseguiria fazer algo diferente do que estava acostumada a fazer. Sempre veríamos jogos como Doom, atirando em tudo o que se move, sendo o resto de pouquíssima relevância. E nós todos sabemos o quanto é difícil para qualquer um e qualquer empresa sair de uma zona de conforto, pois se arrisca, mais do que tudo, a perder dinheiro e ganhar um marketing negativo.</p>
<p>Há outros elementos que a iD acrescentou em RAGE que nunca vi em outros jogos, como a movimentação fluida e inteligente dos inimigos. Em saber usar o sistema de cobertura para proteção, quando avançar e quando recuar numa troca de tiros. E nem sempre, dependendo da raça, essa inteligência existe. E quando não existe, é substituída pela exploração do ambiente em seu favor, movimentando-se de maneira rápida e furtiva, como se fossem os melhores profissionais de <em>parkour</em> que você já tenha visto. Além disso, RAGE também acrescentou veículos em sua jogabilidade, não só como um meio de transporte, mas também como um veículo de combate e para competições de corrida.</p>
<p>RAGE não é um jogo excelente. Há muitas coisas que poderiam ser melhoradas ou acrescentadas se houver interesse em se fazer uma série sobre ele. É um jogo bom. Mas não deve ser um jogo para ser lembrado como um jogo bom, e sim um jogo que fez a iD, após 19 anos (a contar de Catacomb 3D), sair da sua zona de conforto e apostar em uma nova forma de jogabilidade dos FPS, as quais ela nunca antes havia sequer tentado. Se há uma oportunidade para utilizar o ditado “tarda, mas não falha”, é essa.</p>
<p>Dito isso, eu falo: joguem-no. Principalmente se você é como eu, que tem mais de 25 anos e cresceu jogando e instalando Wolfenstein 3D e Doom de disquetes e amando essa empresa.</p>
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		<title>Agradecimentos à Receita Federal e principalmente aos Correios</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 12:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Correios]]></category>
		<category><![CDATA[Correios internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ECT]]></category>
		<category><![CDATA[Incompetência Correios]]></category>
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		<category><![CDATA[taxado]]></category>

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		<description><![CDATA[Agradecimento sincero à Receita Federal e principalmente aos Correios pelo serviço referente às encomendas internacionais.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=207&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você clica pra comprar um produto numa loja do exterior por X euros/dólares/libras. Enquanto isso já separa X+X, em reais, para o caso da Receita Federal tributar sua encomenda. E, como de praxe, espera, até um mês e meio ou dois para que sua encomenda saia das mãos da RF e caia nas dos Correios, até que chegue em sua casa.</p>
<p>Aí você espera três meses e não recebe aviso nenhum: nem de que foi tributado e deve ir à uma agência dos Correios pra pagar esse tributo, nem da situação da encomenda dentro dos Correios. Foi extraviado? Foi pra outro local? Está parado em algum centro de distribuição por algum motivo? Preciso prestar algum tipo de esclarecimento sobre a importação? E quanto o rastreio da encomenda internacional acaba funcionando, os Correios só atualizam quando recebem e quando entregam as encomendas, o que faz do rastreio algo completamente inútil.</p>
<p>Nesse Sete de Setembro (data maneira pra falar isso), só gostaria de agradecer à Receita Federal e, principalmente e quase que exclusivamente aos Correios, pelo serviço de merda que estão prestando ultimamente com encomendas internacionais.</p>
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			<media:title type="html">soulzito</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>(Fucking) long time no see!</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 01:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Blog com cheiro de mofo&#8230; Tanto tempo que não posto aqui. Mas ficar postando todos os dias e para todas as atualizações acaba que enchendo o saco. Bom, desde o sumiço, houve algumas novidades. As maiores foram que fui à New York no Natal de 2010, peguei uma nevasca FODIDA por lá e que comprei [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=192&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Blog com cheiro de mofo&#8230; Tanto tempo que não posto aqui. Mas ficar postando todos os dias e para todas as atualizações acaba que enchendo o saco.</p>
<p>Bom, desde o sumiço, houve algumas novidades. As maiores foram que fui à New York no Natal de 2010, peguei uma nevasca FODIDA por lá e que comprei um novo PC.</p>
<p>A viagem foi bacana. Não comprei muita coisa por lá, mas comprei o que queria: um iPod Touch 32GB 4th Gen. Uma mão na roda hoje em dia ter um gadget como ele. Comprei quatro jogos do PS3 lá, sendo que um eu odiei com todas as forças. Os jogos foram CoD: Black Ops, Heavy Rain, Medal Of Honor e Uncharted 2: Game Of The Year Edition. Os melhores, pra mim, foram os dois últimos, dando menção honrosa à Medal Of Honor, que me surpreendeu por ser tão bom.</p>
<p>O pior, mais chato, mais previsível: CoD: Black Ops. Foram os 60 dólares mais caros da minha vida, que ô jogo merda&#8230; Acabei trocando por Just Cause 2 aqui no Brasil, que me divertiu 3 mil vezes mais.</p>
<p>Posto fotos da viagem à NY outra hora. Vou focar no que mais me agradou desde que dei esse sumiço: o PC.</p>
<p>Estava querendo, há um bom tempo já, trocar meu antigo notebook por algo melhor. Algo mais rápido, mais atualizado, que rodasse os jogos atuais sem problemas. Antes de me decidir em comprar esse PC que tenho hoje, estava vendo notebooks. Mas aí duas coisas vieram em mente: eu nunca tiro meu notebook de casa, fazendo ele ser mais um desktop que um notebook. E depois que um notebook para o que eu queria iria custar mais do que 6000 reais. E seis mil reais, meu amigo, é grana&#8230; muita grana.</p>
<p>Juntando um com o outro, só poderia dar numa só coisa: a escolha mais correta é um desktop mesmo. Vai consumir um pouco mais de energia, principalmente durante os jogos, vai ocupar mais espaço, mas, e daí?</p>
<p>A pior dúvida foi decidir sobre qual socket, já que iria pegar um processador Intel e não AMD: 1366 ou 1155? O 1366 tem umas peças mais voltadas ao mercado high-end. Era pouca coisa mais cara que ir aos 1155, mas parece que tava valendo a pena. O problema é que a própria Intel estava meio que condenando esse socket, já que planeja lançar o 2011, que será compatível com o 1155. No fim das contas, acabei escolhendo o 1155, principalmente pelos novos SandyBridge. Daí a configuração, pra resumir, ficou assim:</p>
<ul>
<li>i7-2600</li>
<li>8GB DDR3 1333mhz (4GBx2)</li>
<li>XFX ATI/AMD Radeon HD 6970 2GB GDDR5</li>
<li>ASUS P8H67-M Pro</li>
<li>SoundBlaster X-Fi Platinum (de um antigo PC que tive e acabei guardando para um futuro PC que tivesse)</li>
<li>Fonte Corsair TX950W</li>
</ul>
<p>Os problemas:</p>
<ul>
<li>Não tive grana pra pegar um i7-2600K ao invés do 2600. O K tem seu multiplicador, dentre outros aspectos, desbloqueado, o que dá pra fazer um bom overclock;</li>
<li>Peguei uma placa-mãe micro ATX. Até que é muito boa, mas peca, por exemplo, no SLI/CrossFire. O segundo slot PCI-Express só vai aos 4X. E um CrossFire 16x/4x é uma merda (vá por mim, nunca faça SLI/CrossFire numa mobo que só te deixa fazer assim);</li>
<li>Ela também não aceita memórias além de DDR3 1333Mhz;</li>
<li>Por causa dos três problemas aí, quando eu quiser dar um upgrade no PC num futuro breve, vou ser obrigado a pegar uma placa-mãe melhor, significando mais gastos. E eu planejava fazer um CrossFire de 6970&#8230;</li>
<li>A fonte não é modular;</li>
<li>O gabinete não dá tanta possibilidade de organização pra uma fonte não modular.</li>
</ul>
<div>O(s) pró(s):</div>
<div>
<ul>
<li>Como o próximo socket da Intel será compatível com o 1155, significa que poderei comprar uma placa mãe do socket 1155 ou já investir numa do novo socket e continuar usando meu processador. Isso, meus amigos, me deu um leque de upgrades bem significativo. E nisso acho que ficou mais fácil decidir qual será o próximo update.</li>
</ul>
<div>Tudo está rodando bem. Muito bem. Apesar de que estou rodando tudo a no máximo 1440X900, porque quis usar um monitor LCD que já tinha aqui. Afinal, não sou muito adepto de um monitor de 26&#8243; ou maior pra ficar a menos de 50cm de distância dele. Não é saudável, tampouco prático.</div>
</div>
<div>Outro pequeno contra foi que escolhendo uma placa ATI eu perdi a função 3D da nVidia, que era uma coisa legal pra se usar. A tecnologia 3D que a AMD decidiu adotar é uma porcaria perto da nVidia, não por conta da tecnologia em si, mas o modo dela ser usada. São marcas muito restrita de monitores, é algo muito mal divulgado ainda&#8230; Enfim, não vale a pena levar isso em conta quando for comprar uma placa ATI hoje. Se quiser 3D, hoje, vá de nVidia.</div>
<div>O segundo foi que não tenho acesso ao PhysX pela GPU. É ruim, mas também não faz tanta diferença. São poucos os jogos que usam, quando usam, usam de um modo tímido. E, caso eu queira mais tarde utilizar isso, só fazer um CrossFire/SLI entre a minha atual ATI com uma 9600 ou GT2xx da nVidia (uma das baratinhas) e usá-la só pro processamento de PhysX.</div>
<div>Fora isso, nada de novo. Fiquem aí com umas fotos do PC:</div>
<div><a href="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04761.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-193" title="IMG_0476[1]" src="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04761.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04771.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-194" title="IMG_0477[1]" src="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04771.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04781.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-195" title="IMG_0478[1]" src="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04781.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04791.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-196" title="IMG_0479[1]" src="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04791.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></div>
<div><a href="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04821.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-197" title="IMG_0482[1]" src="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04821.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04841.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-198" title="IMG_0484[1]" src="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04841.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></div>
<div><a href="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04851.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-199" title="IMG_0485[1]" src="http://wubr.files.wordpress.com/2011/05/img_04851.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></div>
<div></div>
<div>Até breve! Assim espero.</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Tutorial para uso do PS3 Media Server (incompleto)</title>
		<link>http://wubr.wordpress.com/2011/01/31/tutorial-para-uso-do-ps3-media-server-incompleto/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 19:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PS3]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>
		<category><![CDATA[DLNA]]></category>
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		<category><![CDATA[legendas no PS3]]></category>
		<category><![CDATA[Media Server para Windows]]></category>
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		<category><![CDATA[ver filmes no PS3]]></category>
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		<category><![CDATA[ver vídeos no Xbox 360]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox Media Server]]></category>

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		<description><![CDATA[AVISO IMPORTANTE ESTE TUTORIAL SE ENCONTRA INCOMPLETO, FALTANDO ALÉM DE SCREENSHOTS, A TERCEIRA PARTE, QUE ABORDA &#8220;AJUSTES FINOS&#8221;. SEJA ESSA PARTE OU O TUTORIAL COMPLETO, QUANDO ESTIVER PRONTO, FICA LIVRE A PUBLICAÇÃO EM OUTROS SITES E BLOGS, DESDE QUE A FONTE SEJA CITADA. ATÉ ONDE ESSA VERSÃO ACABA, HÁ POSSIBILIDADE DE RESOLVER A MAIORIA DOS [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=126&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong><em>AVISO IMPORTANTE</em></strong></p>
<p><strong><em>ESTE TUTORIAL SE ENCONTRA INCOMPLETO, FALTANDO ALÉM DE SCREENSHOTS, A TERCEIRA PARTE, QUE ABORDA &#8220;AJUSTES FINOS&#8221;. SEJA ESSA PARTE OU O TUTORIAL COMPLETO, QUANDO ESTIVER PRONTO, FICA LIVRE A PUBLICAÇÃO EM OUTROS SITES E BLOGS, DESDE QUE A FONTE SEJA CITADA. ATÉ ONDE ESSA VERSÃO ACABA, HÁ POSSIBILIDADE DE RESOLVER A MAIORIA DOS PROBLEMAS MAIS GROSSEIROS E FAZER COM QUE O PS3 MEDIA SERVER RODE SEM GRANDES PROBLEMAS. FICA A SEU CRITÉRIO LER E SEGUIR ESSE TUTORIAL INCOMPLETO.</em></strong></p>
<p style="text-align:center;"><em><strong>Atualizações</strong></em></p>
<ul>
<li style="text-align:left;"><em><strong>11/05/2011: Adicionado o link para a mais nova versão do PS3 Media Server (1.21.1) em &#8220;Recomendações&#8221;</strong></em></li>
</ul>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<p>Sempre que entro em alguns fóruns e sites, sejam específicos sobre consoles ou sobre eletrônicos num geral, sempre leio algo em comum: os consoles de hoje são media centers. E são mesmo. Há como ver fotos, ouvir músicas, ver filmes em DVD, Blu-Ray ou em formato digital e jogar. Além do que já são preparados para serem ligados nos melhores sistemas de som e vídeo utilizando as melhores conexões da atualidade. O que também vejo ser algo comum nesses fóruns e sites é que poucos sabem como utilizar o console dessa forma. Muita gente tem alguma ideia, sabendo que dá pra ver filmes em mídias físicas (DVD, Blu-Ray) e que há, na Xbox Live e na Playstation Network, uma seção da Store que é destinada a músicas e filmes. O chato é que quase 100% do conteúdo disponível nessas seções são bloqueadas para IPs brasileiros: você pode até entrar na loja, mas sempre que você tenta comprar um filme, música ou clipe de música, há a mensagem que “o conteúdo não está disponível na sua região”. Isso promete ser mudado com as versões brasileiras da Live e PSN, mas fica numa promessa por enquanto.</p>
<p>Puxado pelo fato de que a maioria das pessoas baixa filmes e jogos pelo computador e com o advento do DLNA em consoles e, atualmente, até em TVs, há uma maneira mais amigável de conseguir usar todo o potencial do seu console e/ou TVs como media centers: os media servers. Há alguns media servers pela internet, sendo a maioria distribuídos como freewares, sendo um ou outro que obrigue você a pagar para ter uma versão “PRO”, com direito a mais funções e compatível com outros eletrônicos como o iPod, iPhone, iPad, celulares com Android e por aí vai.</p>
<p>O funcionamento de um Media Server, bem a grosso modo, é ler um arquivo de áudio ou vídeo do seu PC e transformá-lo em um formato que seu console, gadget ou TV aceite pelo modo <em>on the fly</em>, ou seja, enquanto o filme/música estiver rodando. Isso é bom, pois nem todos os formatos de vídeo e áudio são aceitos pelos consoles, gadgets ou tvs. E pra complementar, mesmo que um formato seja aceito pelo seu console/gadget/tv, dificilmente ele aceitará rodar o filme com a legenda, seja formato .srt ou .sub, quando você os baixa de forma separada. Ele possibilita que você veja o filme da mesma forma que você os vê no PC, mas com a comodidade de ver na sala e numa TV grande (pelo menos uma boa parcela de pessoas que tem um PS3 ou 360 tem uma tv grande na sala). E isso aproveitando a boa definição que essas TVs de hoje conseguem exibir.</p>
<p>Por que o “PS3 Media Server” e não o Tvsersity ou VLC? Porque apesar de feio, acho um dos Media Server mais completos que pode-se usar. Ele é gratuito, altamente modificável, compatível com a maioria dos eletrônicos com suporte a DLNA disponível no mercado e faz muito bem o seu trabalho, desde que bem configurado. E esse tutorial tem exatamente esse objetivo: ajudar você a configurá-lo da melhor forma possível. Espero que gostem do tutorial e, se for copiar, nunca se esqueçam de dar os devidos créditos, já que fiz isso aqui de pura boa vontade. Vamos aos primeiros avisos do tutorial.</p>
<p>Ah, e não se esqueçam de clicar nos links aqui desse tutorial. Leiam com atenção e vejam as imagens e links que coloquei aqui, pois tudo foi feito para deixar o mais mastigado possível.</p>
<p><strong><em>Avisos – <span style="text-decoration:underline;">LEITURA OBRIGATÓRIA</span></em></strong></p>
<ol>
<li>Há várias configurações de PCs, sistemas, infraestrutura de rede e pode ser que o que eu fale aqui não dê 100% certo aí. Algum ajuste fino poderá ser necessário;</li>
<li>Alguns problemas podem ser relacionados com a má configuração da rede entre seu PC e o console que for usar e, para resolver isso, pode ser que seja necessário mudar alguma configuração do seu roteador ou do seu PC em relação a isso. Se não sabe configurar seu roteador ou a rede, no geral, não fuçe;</li>
<li>Como sempre e, por consequência, está fazendo isso por sua conta e risco. Vou dar “n” avisos aqui sobre partes críticas pra tentar ajudar, mas se está fazendo isso com pouco conhecimento e mexendo onde não deve, pode acabar ferrando alguma parte do sistema (apesar de que não há necessidade de mexer em áreas críticas, como o registro);</li>
<li>Há versões para Linux e Mac OSX, mas como não tenho experiência com elas, só vou falar aqui da versão Windows;</li>
<li>Pergunte e pesquise. Use os comentários e/ou procure no Google caso aconteça algum fato que não esteja relacionado aqui;</li>
<li>Apesar do nome “PS3 Media Server”, o software consegue ser utilizado no 360 e outros eletrônicos, como TV e celulares compatíveis com DLNA;</li>
<li>Estou falando aqui pensando que um você sabe mexer no básico do seu sistema: atribuir IPs manualmente, mexer no seu roteador, nas configurações de rede do seu console e tudo mais. Não tenho o propósito aqui de ensinar esse básico, até porque o tutorial ficaria mais longo do que o necessário. Apesar disso, vou tentar esmiuçar certos pontos, mesmos que básicos, só para que os passos que eu quero que você execute fiquem claros.</li>
</ol>
<p><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Recomendações</span></em></strong></p>
<ul>
<li><strong>Básico: </strong>é necessário ter a última versão do Java, que pode ser <a href="http://www.java.com/pt_BR/">encontrada aqui</a>.</li>
<li><strong>Versão do PS3 Media Server: </strong><del>1.20.409 (beta). Há a versão estável, mas a beta já contem algumas melhoras em relação a estável e conta também com alguns upgrades bem vindos. <a href="http://code.google.com/p/ps3mediaserver/downloads/detail?name=pms-setup-windows-1.20.409-BETA.exe&amp;can=2&amp;q=">Baixe aqui</a> a versão beta ou, caso encontre algum problema, <a href="http://code.google.com/p/ps3mediaserver/downloads/detail?name=pms-setup-windows-1.10.51.exe&amp;can=2&amp;q=">baixe aqui</a> a versão estável (versão 1.10.51)</del>. A versão mais atual no momento é a 1.21.1. Altamente recomendada por conter várias melhorias e ser uma versão estável e não beta. <a href="http://www.ps3mediaserver.org/">Baixe aqui</a> a última versão.</li>
<li><strong>Codecs:</strong> de acordo com o próprio site, não é necessário um pacote de codecs, mas sempre recomendo que se use. Aqui uso o <em>K-Lite Codec Pack</em> versão 64bits. Se quiser, recomendo a versão Standard, caso use Windows 32bits ou a minha versão, caso use Windows 64 bits. <a href="http://www.codecguide.com/download_kl.htm">Baixe aqui</a> ou veja outras versões mais completas, como a Mega. Lembre-se de desinstalar qualquer versão anterior de outros codecs que estejam instalados. Se você já tem um bom pacote de codecs ou codecs bons que foram instalados de forma separada uns dos outros, então não há a necessidade de instalar esses pacotes. Mas fica, ainda assim, a recomendação deles, já que os considero os melhores para Windows na atualidade.</li>
<li><strong>Hardware e SO:</strong> o programa não faz milagres. Não tem como rodar um filme em 1080p ou 720p num Pentium IV sem que se faça a diminuição da qualidade do vídeo. No entanto, também não será preciso um Alienware para usá-lo. O principal aqui é ter um sistema que funcione bem, um bom processador e boa quantidade de memória, o que para a plataforma Windows, sendo um Core 2 Duo (ou algum AMD equivalente), a partir de 3GB de ram e o Windows 7 (de preferência o 64bits). Se quiser, pode usar o XP ou Vista, já que ele é compatível com eles também. Não é necessário que tenha uma VGA pra rodar o programa, já que ele não usa processamento nenhum da GPU pra fazer o que faz.</li>
<li><strong>Rede:</strong> tenha preferência pela rede por cabos. Da mesma forma, o software não faz milagres. Mesmo um PC com um ótimo hardware não consegue fazer um streaming bom em uma rede WiFi G. Uma rede WiFi N pode ajudar bastante, já que o pico da velocidade de transferência pode se igualar a uma rede cabeada de 100Mbit, mas WiFi, na sua naturalidade, tem problemas com barreiras físicas como paredes, canos d’água, distância entre roteador e cliente e coisas assim. Isso acarreta perda de pacotes, de velocidade de transferência e compromete a qualidade da transmissão. Se não houver como ter uma rede cabeada, vou dar algumas dicas de como configurar o programa para a rede.</li>
</ul>
<p>Com os avisos e recomendações dadas, vamos ao que interessa.</p>
<p><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Passo 1 – Rede</span></em></strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Antes de começar esse passo, uma dica importante: o PS3 Media Server é muito tranquilo de ser usado. Se você não tem problemas com a sua rede ou sabe que ela está bem configurada num geral, então <strong><em>esse passo é facultativo</em></strong>. Caso tenha problemas básicos, como o console não achar o Media Server ou caminho inverso, ter baixa performance de rede, seu PS3 ou 360 estar em NAT 3/NAT restrito ou fechado e coisas do tipo, então recomendo que tente solucionar seus problemas de rede vendo alguns pontos desse primeiro passo, principalmente a seção de problemas comuns.</span></p>
<p>Como disse há pouco, o melhor é que se tenha uma rede cabeada à uma rede WiFi. O <span style="text-decoration:underline;">ideal</span> seria que o PC/Notebook estivesse ligado diretamente no PS3, sem um roteador ou qualquer outra coisa em seu caminho, mas como isso é impossível em alguns casos, temos que deixa-la preparada para receber isso. Os roteadores aqui de casa são Linksys modificados com o firmware DD-WRT, o que deixa-os mais estáveis, com mais funções e funcionando melhor do que com o firmware original. Há duas maneiras de você preparar a sua rede: ou você deixa que as coisas funcionem do modo automático, usando o UPnP (recomendo, por ser mais fácil), ou, caso haja algum problema, que se atribua um IP estático de rede. Cada roteador tem menus diferentes, mas a função de cada coisa é praticamente a mesma. Portanto:</p>
<ul>
<li><strong>Para o modo automático:</strong>
<ul>
<li>Deixe seu PC e seu PS3 setados para que ambos consigam IPs automáticos¹;</li>
<li>No roteador, certifique-se que a função DHCP Server/Servidor DHCP esteja habilitada;</li>
<li>Ainda no roteador, certifique-se que a função UPnP esteja habilitada, para que o “port forwarding” seja feito de modo automático;</li>
<li>No Windows, o compartilhamento de arquivos/file sharing e a descoberta de rede/network discovery <span style="text-decoration:underline;">devem</span> estar habilitados.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong><em>Observações: </em></strong></p>
<p><strong><em>¹: </em></strong><em>alguns roteadores são mais chatos no modo automático, fazendo com que sempre o PS3 esteja dentro de um NAT restrito (NAT 3). Isso pode ser visto no teste de conexão do PS3, onde em <span style="text-decoration:underline;">NAT type</span>, ele poderá exibir NAT 1, NAT 2 ou NAT 3. O NAT 1 só acontece quando o PS3 está ligado diretamente na internet, sem intermédio de um roteador ou PC e mostra o sucesso na abertura da conexão. NAT 2 mostra o sucesso da conexão, mas sob o intermédio de um roteador ou PC. NAT 3 é o tal do NAT restrito ou fechado, quando não há sucesso na abertura da conexão, causando maior lentidão, dificuldade de se conectar e manter-se conectado na rede e em jogos multiplayer. Se acontecer de ficar em NAT 3, terá de configurar o roteador, PS3 e PC do modo manual, que pode precisar de mais conhecimento e paciência, já que nem toda vez a configuração dá resultado positivo. No Xbox 360, esse NAT é mostrado como aberto, restrito ou fechado, indo nas configurações de rede e teste de conexão.</em></p>
<ul>
<li><strong>Para o modo manual:</strong>
<ul>
<li><strong>Sem DMZ:</strong>
<ul>
<li>Atribua um IP para seu PC, indo nas configurações de rede. Como exemplo, 192.168.1.10;</li>
<li>Em Máscara de Subnet/Subnet Mask, 255.255.255.0;</li>
<li>Em Gateway Padrão/Default Gateway, o IP do seu roteador. Ex: 192.168.1.1;</li>
<li>Em DNS Server, também o IP do seu roteador;</li>
<li>Atribua um IP manualmente para seu PS3, atribuindo os mesmos valores para Gateway, DNS, Máscara de Subnet, mudando somente o IP para algo diferente do que você colocou no seu PC. Ex: se colocou 192.168.1.10 para o PC, coloque 192.168.1.11 para o PS3;</li>
<li><strong>Opcional:</strong> entre no seu roteador e desabilite o DHCP server;</li>
<li>Entre no seu roteador e vá à seção de Port Forwarding/Redirecionamento de portas;</li>
<li>Insira o IP que atribuiu ao PS3 e redirecione para as seguintes portas: TCP: 80, 443, 5223; UDP: 3478, 3479, 3658; Ambos/Both (UDP/TCP): 5001;</li>
<li>Insira o IP que atribuiu ao PC e redirecione somente a 5001, tanto para UDP como pra TCP (both/ambas).</li>
<li>Desabilite a função UPnP do roteador;</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Com DMZ:</strong>
<ul>
<li>Como o anterior, atribua IPs manualmente para o seu PC e seu PS3;</li>
<li>No seu roteador, desabilite a função DHCP server;</li>
<li>No roteador, desabilite a função UPnP;</li>
<li>Ainda no roteador, procure pela função DMZ. Alguns roteadores pedem uma faixa de IPs (para os que permitem o DMZ também com DHCP ligado e com ips dinâmicos). Outros pedem que se determine um único IP. Caso o seu permita colocar uma faixa de IPs (“de X a Y”), determine que seja o IP que atribuiu ao seu PC até o que atribuiu para o PS3. Se for somente um, faça o port forwarding para o PC, como mostrado acima, e atribua o IP do PS3 no DMZ. <strong>Atenção:</strong> o DMZ expõe/abre todas as portas do IP que foi selecionado, o que pode, para alguns, ser um problema grave de segurança. Apesar disso, é um passo que na maioria das vezes funciona para quem tem problemas de NAT com o PS3.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Todos esses passos servem também para o Xbox 360, já que se pode configurar a rede dessa forma em ambos. Acredito em em TVs e outros gadgets também haja essa possibilidade. No final de todos esses processos, seja pelo modo automático ou pelo modo manual, os objetivos são os seguintes:</p>
<ol>
<li>Que você veja, pelo PS3 Media Server, que ele achou seu PS3, 360 ou outro gadget (veja a imagem da confirmação);</li>
<li>Que seu PS3, Xbox 360 ou outro gadget te confirme que está enxergando o PS3 Media Server pela rede (veja como ele aparece no PS3 e no Xbox 360);</li>
<li>Você consiga navegar nos arquivos do seu PC pelo seu PS3, Xbox 360, TV ou gadget qualquer utilizando a entrada do PS3 Media Server que aparece no seu aparelho (veja aqui alguns exemplos).</li>
</ol>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Problemas que podem ocorrer nesse passo</span></strong></p>
<p>a)      <strong>O PS3/360/TV/gadget não acha o PC e/ou PS3 Media Server:</strong> as opções de compartilhamento de arquivo e descoberta de rede no Windows <span style="text-decoration:underline;">devem</span> estar habilitados, tanto para a configuração automática quanto pra manual. É o mais básico para que o aparelho enxergue seu PC e principalmente o PS3 Media Server. Caso isso esteja feito e mesmo assim o problema persiste, verifique esses pontos:</p>
<ul>
<li>Desligue o servidor DHCP/DHCP server do roteador, caso tenha feito o passo sem DMZ ligado;</li>
<li>Veja se não esqueceu de atribuir alguma porta ou IP no port forwarding;</li>
<li>Tente desligar o firewall do Windows ou outro que tiver;</li>
<li>Desligue o antivírus que tiver enquanto estiver rodando o PS3 Media Server¹;</li>
<li>Atribua permissões no firewall, antivírus ou security suíte que estiver usando, caso não queira desabilitá-los;</li>
<li>Desabilite o firewall e outras proteções que estiverem habilitadas <span style="text-decoration:underline;">no roteador</span>;</li>
<li>Troque a porta padrão do PS3 Media Server e/ou force a conexão em alguma interface de rede².</li>
</ul>
<p><strong><em>Observações:</em></strong></p>
<p><strong><em>¹: </em></strong><em>Alguns <span style="text-decoration:underline;">antivírus</span> como o Kaspersky e McAfee tendem a monitorar portas como forma de proteção, mais ou menos como fazem as security suítes e firewalls, impedindo certas conexões de serem ativadas. Pode ser que somente liberando o executável do PS3 Media Server para que seja permitida a sua conexão com a rede/internet, o problema seja sanado, mas há alguns casos até mesmo no fórum oficial onde foi necessário desinstalar o antivírus e instalar um outro para que a conexão fosse liberada. Isso pode acontecer tanto no modo automático quanto manual e independe de qualquer configuração feita no roteador, consoles e PC. </em></p>
<p><strong><em>²:</em></strong> <em>Como podem ver nessa imagem, o PS3 Media Server possibilita que se forcem alguns atributos da conexão como interface, IP e porta. Talvez você esteja usando a internet via WiFi, mas fará a conexão entre o console e o PC diretamente via cabo ou vice-versa. O PS3 Media Server não entende essa preferência na maioria das vezes, então é necessário que se faça a escolha da conexão em “force networking on interface”, fazendo com que o software só faça conexão por aquela interface selecionada, seja usando a placa de rede ethernet ou a WiFi. Pode-se também forçar que seja executado num IP específico, já que o IP entre uma interface e outra é diferente, caso ambas estejam funcionando ao mesmo tempo. Isso reforça a mudança da interface, feita logo acima. A próxima é a modificação da porta, passando de 5001 (padrão) para outra de sua escolha. Pode ser que algum outro programa esteja usando a 5001 e isso crie conflitos. Mudando para 6001 ou outra que esteja livre à sua escolha pode resolver esse problema. Só que se mudar a porta aqui e tiver configurado a rede no modo manual, terá que mudar o valor da porta que colocou para port forwarding para o mesmo valor que atribuiu ao PS3 Media Server. A próxima e final possibilidade seria atribuir o IP do PS3, 360, TV ou gadget no quarto campo, onde só esse aparelho poderia enxergar e se conectar ao PS3 Media Server.</em></p>
<p>b)      <strong>Console/TV/Gadget enxerga o PS3 Media Server, mas não consigo navegar nas pastas do meu PC por ele: </strong>há algumas saídas, sendo que você pode ter esquecido, novamente, de habilitar a descoberta de rede/network discovery e o compartilhamento de arquivos/file sharing nas configurações de rede do Windows. Caso isso esteja habilitado:</p>
<ul>
<li>Verifique se no PS3 Media Server, em Navigation/Sharing Settings (veja imagem), se a pasta que deseja navegar está habilitada ali;</li>
<li>Tente fazer o compartilhamento manual no Windows, além de setar a pasta nas configurações do PS3 Media Server, clicando em cima da pasta com o botão direito do mouse, clicando em Propriedades/Properties, depois Compartilhamento/Sharing e então em Compartilhar&#8230;/Share&#8230; e adicionar Todos/Everyone; logo depois, clicar em Compartilhamento Avançado/Advanced Sharing e então clicar em Compartilhar essa pasta/Share this folder;</li>
<li>Verifique as configurações do antivírus/firewall/suíte de segurança em relação às permissões de acesso;</li>
<li>Desabilite as proteções do roteador;</li>
<li>Verifique portas atribuídas em port forwarding caso tenha feito pelo modo manual.</li>
</ul>
<p>c)       <strong>Console/TV/Gadget demora para achar o PS3 Media Server/não acha após desligar e religar o console/tv/gadget:</strong> isso pode acontecer e ainda não há um consenso sobre a solução. Algumas delas podem dar certo, sendo elas:</p>
<ul>
<li>Caso use um firewall além de o do próprio Windows, atribua a permissão tanto para a porta do PS3 Media Server de entrada e saída (UDP, TCP);</li>
<li>Force a conexão por uma interface, IP e/ou porta, como explicado anteriormente;</li>
<li>Faça um reset do PS3 Media Server quando for ligar o aparelho novamente (clique em quit e volte a liga-lo. Clicar em “x” para fechá-lo pode somente fechar a janela e deixa-lo minimizado perto do relógio no Windows);</li>
<li>Se sua rede está setada no Windows como Pública/Public, mude para Home/Casa;</li>
<li>Se já tem o Java instalado, verifique se não há um update para ele. Se há, faça;</li>
</ul>
<p>Encerra-se aqui o básico das configurações de rede. Quaisquer problemas, use o sistema de comentários do blog ou dê um Google no problema.</p>
<p><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Passo 2 – Configurando o PS3 Media Server</span></em></strong></p>
<p><strong><em> Introdução</em></strong></p>
<p>O PS3 Media Server, como mencionei acima, é um programa feio, porém bom no que faz e muito customizável. Vamos estudá-lo um pouco antes de começar a fuçar nas suas funções.</p>
<p>Ao executá-lo, você verá essa tela. Acima, os botões <strong>Save</strong>, <strong>Restart HTTP Server</strong> e <strong>Quit</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Save: </strong>Toda vez que você mudar alguma configuração, clique nele para que ele salve essa modificação.</li>
<li><strong>Restart HTTP Server:</strong> Algumas configurações, além de necessitarem serem salvas pelo programa para serem executadas quando for usá-lo futuramente, precisam que o servidor HTTP do PS3 Media Server seja reiniciado. Geralmente esse botão está apagado, como na foto, mas algumas funções o deixam ativo. Quando não houver discriminação de que tal função necessita de um reset no servidor HTTP, ver esse botão ativo é um sinal de que isso é necessário.</li>
<li><strong>Quit:</strong> como já falei anteriormente, clicar em “X” na janela do PS3 Media Server pode somente minimizá-lo entre os ícones que ficam ao lado do relógio do Windows. Para realmente fechar o programa é necessário apertar esse botão. Vamos usá-lo muito, já que eu prefiro sair e reiniciar o programa após certos ajustes finos feitos.</li>
</ul>
<p>Logo abaixo temos algumas abas, que nos dão acesso a outras opções do software:</p>
<ul>
<li><strong>Status:</strong> é a principal. Mostra-te um resumo, em gráfico, do qual dispositivo o programa achou na rede, quais estão conectados, a memória de buffer que está sendo utilizada no momento, a velocidade de transferência atual e o pico dessa velocidade até o momento.</li>
<li><strong>Traces:</strong> é o log do PS3 Media Server. Tudo o que ele executa ou deixa de executar, os motores de transcoding que ligou, a versão do Java que está utilizando, em qual interface ele se ligou e em qual IP e porta está disponível na rede, os arquivos que ele tentou renderizar com sucesso ou não&#8230; tudo está discriminado nesse log e é importante, caso tenha algum problema, ver esse log antes, durante e depois da tentativa de execução de algum arquivo pelo PS3 Media Server.</li>
<li><strong>General Configuration:</strong> configurações gerais, como o próprio nome diz. Aqui você define o idioma do programa (há como usá-lo em português de Portugal), setar para iniciar já minimizado, instalá-lo como um serviço do Windows (veremos um pouco disso mais pra frente), além de dar as opções que já vimos anteriormente sobre forçar o funcionamento em uma interface, IP e/ou porta específicas e a filtragem de IPs. Além disso há a opção de habilitar a engine HTTP V2 (também veremos isso mais pra frente) e de prevenir que o sistema “durma” enquanto você faz o streaming. Se seu notebook/PC está configurado para entrar em <em>stand-by</em> após passados alguns minutos ou horas sem atividade, habilite essa opção para que o PS3 Media Server dê um sinal de atividade pro sistema regularmente, impedindo que o sistema “durma”, interrompendo si próprio e o streaming que estiver fazendo. Por fim, essa aba também mostra os plug-ins ativos, já que o software os suporta (há, por exemplo, plug-ins para habilitar a exibição de conteúdo online, como do Youtube).</li>
<li><strong>Navigation/Share Settings:</strong> aqui vemos as opções sobre a geração de thumbnails, sobre as opções de navegação pelos arquivos e quais pastas estarão compartilhadas/disponíveis para o programa e para quem se conecte por ele. Deixando claro que as opções de geração de thumbnails têm mais relação com aparelhos da Sony, ou seja, PS3 e TVs Bravia. No 360 isso não é mostrado.</li>
<li><strong>Transcoding Settings:</strong> é o menu mais importante para o ajuste fino do programa. Aqui temos um resumo dos motores de transcoding de áudio e vídeo e também seus ajustes, além das configurações gerais/comuns a todos os motores de transcoding e do próprio software.</li>
<li><strong>Readme </strong>e <strong>FAQ/Help: </strong>São explicações gerais do programa e, em FAQ/Help estão explicados alguns problemas comuns que podem acontecer em certas configurações. Tudo está em inglês, mesmo que mude o idioma do programa para Português de Portugal ou outro idioma de sua escolha.</li>
<li><strong>About: </strong>sobre o programa. A versão que está sendo executada e links dos principais motores de transcoding utilizados pelo programa.</li>
</ul>
<p><strong><em>Configurações Básicas</em></strong></p>
<p>Essa é só a parte básica dele. É pra você conseguir usá-lo e conseguir ver um filme rodando no seu console/TV/gadget, que é o principal, esteja o filme rodando com problemas ou não. Se ele rodar, mesmo que travando, com baixa qualidade ou não, então você conseguiu passar desse segundo passo e aí entramos no terceiro, que serão os ajustes finos. Aqui, resumindo, é conseguir ver um arquivo de filme, do modo que seja exibido:</p>
<ul>
<li>Som;</li>
<li>Imagem;</li>
<li>Legenda.</li>
</ul>
<p>Só que, para que isso aconteça, os objetivos do passo anterior já devem ter sido alcançados, sendo eles você ter conseguido fazer com que seu aparelho enxergasse o Media Server e vice-versa, além de ter conseguido navegar entre as pastas disponíveis no seu PC através do Media Server no seu console/tv/gadget.</p>
<p>Geralmente o próprio Media Server já vem com uma configuração básica pronta pra ser usado, então se você já consegue acessar os arquivos, já pode tentar rodar algum filme indo na pasta em que ele se encontra. Só tomar o cuidado básico de que no PS3 e no 360, as seções de vídeo, imagem e audio estão separadas e, se o PS3 Media Server for acessado em uma dessas três categorias distintas, ele só vai enxergar esse tipo de arquivo da categoria. Nunca vai conseguir ver um arquivo de vídeo ou áudio na categoria de imagens/fotos e assim sucessivamente. Então, entre na categoria Video (PS3) ou Biblioteca de Vídeos/Video Library (360) e procure por um filme que já tenha legenda. Se ele rodar, tendo som, imagem e legenda, ótimo. Não vamos discutir qualidade de som, imagem ou mesmo da legenda aqui.</p>
<p>Caso não houve sucesso, então vamos aos problemas mais comuns desse passo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Problemas que podem ocorrer nesse passo</span></strong></p>
<p>a)      <strong>A imagem do filme não aparece, há som e não há mensagem alguma de erro: </strong>é um erro incomum, já que o próprio PS3 Media Server já vem com os motores básicos de transcoding. Se isso acontecer, tente reinstalar os codecs que você baixou. Se isso persistir, veja se há uma pasta chamada <em>#Transcode#</em> na mesma pasta em que você acessou seu filme. Essa pasta é importante porque ela te dará opções de outros motores de transcoding caso o padrão (MEncoder) não funcione corretamente. Se essa pasta não estiver habilitada, siga esses passos para habilitá-la:</p>
<ul>
<li>Abra o PS3 Media Server;</li>
<li>Clique na aba Navigation/Share Settings;</li>
<li>Caso esteja ativada, desative a opção <em>Hide #Transcode# Folder;</em></li>
<li>Clique em Save;</li>
<li>Clique em Restart HTTP Server.</li>
</ul>
<p>Isso deve ter habilitado a pasta. Com ela habilitada, entre nessa pasta e procure por <em>TsMuxer </em>ou o nome do arquivo do filme seguido por <em>TsMuxer</em>. É um motor de transcoding que serve de opção ao MEncoder. Se o filme funcionar dessa maneira, legal. Mas antes, veja se outros estão sofrendo do mesmo problema, pois aí a coisa deixa de ser normal e teremos que apelar pra reinstalação/upgrade da versão do MEnconder. Para que não digam que isso não foi falado, algumas TVs podem ter uns probleminhas ao trocar da imagem do console para vídeo (PS3 e 360 podem utilizar formatos de cores diferentes do RGB para exibição de vídeos). Se isso acontecer, ou você pode forçar um formato (RGB ou outro compatível) para que não haja a troca, ou tentar desligar e ligar a TV, já que isso faria o sistema da TV reiniciar e você ver a imagem sem problemas.</p>
<p>b)      <strong>Há imagem e legenda, mas não há som/poucos sons audíveis: </strong>isso pode acontecer, apesar de também ser um tanto incomum, mas geralmente há problemas em quem possui um home theater que tenha ou não as funções de DTS. Como fazer com que seu home theater detecte o DTS ou outras caixas de som, vou deixar para o próximo passo, pois mexer nisso significa aumentar a qualidade de uma característica e pode comprometer o streamings do vídeo, portanto veja a seguir, em <strong><em>Configurações Avançadas/Ajustes Finos</em></strong>. Faça as seguintes verificações, mesmo que básicas, caso o som não esteja funcionando:</p>
<ul>
<li>Verifique o volume da TV;</li>
<li>No PS3 e no 360, cheque as configurações de áudio. No PS3, caso tenha ligado em outra TV, mesmo que utilize a mesma resolução, pode acontecer de não haver áudio em certos momentos, apesar de haver som na XMB. Se isso acontecer, faça uma redetecção do áudio do PS3 em <em>Audio Settings</em>, deixando tudo em automático, para que ele detecte quais os formatos compatíveis com o televisor ou mesmo com o home theater em que estiver ligado. No 360, escolha a opção mais básica de som nas configurações de sistema e depois áudio, sendo ela a Stereo/Estéreo. Feito isso, seja em qualquer console, reinicie o console e verifique se há som no filme;</li>
<li>Verifique se os cabos do console ou do aparelho que estiver usando estão conectados apropriadamente;</li>
<li>Se necessário, reinstale os codecs.</li>
</ul>
<p>c)       <strong>Há imagem, há som, mas não há legendas: </strong>por padrão, o MEncoder e o PS3 Media Server estão setados para achar automaticamente as legendas, mas para que isso aconteça é necessário que a legenda esteja com o exato mesmo nome do arquivo de vídeo <span style="text-decoration:underline;">e</span> na mesma pasta. Por exemplo: se o arquivo de vídeo está com o nome “Discovery-2010.720p.mkv”, então a legenda deve estar com o nome “Discovery-2010.720p.srt (ou .sub)”. A extensão da legenda na verdade não importa para o PS3 Media Server, mas sim estar obrigatoriamente com o mesmo nome do arquivo de vídeo e ambos na mesma pasta. Caso ainda assim a reprodução do vídeo não ocorra junto com a legenda, tente os seguintes passos:</p>
<ul>
<li>Com o PS3 Media Server aberto, vá em <strong><em>Transcoding Settings</em></strong><em> </em>e vá até a parte onde está <strong><em>Misc Options</em></strong>. Verifique, antes, se a opção <strong><em>Definitely Disable Subtitles</em></strong> está ativada. Se estiver, desative-a. Se estiver desativada, deixa-a assim. Logo depois, no segundo campo, onde está escrito <strong><em>Force transcode for the following extensions (coma separated)</em></strong>, insira as seguintes extensões (se quiser, copie e cole daqui: <strong><em>avi,mpg,vob,wmv,asf,divx,mkv,mpeg,flv,mov</em></strong></li>
</ul>
<p>Dessa forma forçaremos que todo e qualquer vídeo em todas essas extensões citadas sejam transcodificados quando pedirmos para que sejam executados. Geralmente eles sofrem transcode e ficam em formato mpeg2. Isso pode ocorrer com frequência no Xbox 360 e quase sempre forçar o transcode para ele dá certo.</p>
<ul>
<li>Ainda em <strong><em>Transcoding Settings</em></strong>, na lista da direita, onde aparecem cada motor de transcode que está ou não ativado, clique em <strong><em>MEncoder</em></strong>. Logo em seguida, em <strong><em>Subtitles Settings</em></strong>, desabilite o campo <strong><em>ASS/SSA Subtitles</em></strong>¹ e verifique se o campo <strong><em>Autoload *.srt/*.sub subtitles with the same file name</em></strong> está ativado. Se não estiver, ative-o.</li>
<li>Feito esses passos, em conjunto ou não, salve as configurações, dê quit e execute novamente o PS3 Media Server para testar se já está exibindo ou não as legendas.</li>
</ul>
<p><strong><em>Observações:</em></strong></p>
<p><strong><em>¹: </em></strong><em>Alguns já devem ter visto alguma vez legendas com alguns efeitos. Legenda de cor amarela, com sombreamento, com itálico, mostrando caracteres especiais de forma normal, com bordas azuis e por aí vai. A opção <strong>ASS/SSA Subtitles</strong> é quem controla isso. Vamos ver um pouco disso no terceiro passo, mas para adiantar, isso pode comprometer o streaming algumas vezes, por usar um pouco mais de processamento e bitrate (vou explicar isso mais pra frente). Em hardware não muito bom e/ou numa rede wireless que não seja muito veloz, pode ser que o vídeo fique dando travadinhas (<strong>stuttering</strong>, como gostam de nomear esse problema) ou até mesmo perca o sincronismo (áudio atrasado ou adiantado em relação ao vídeo). Algumas vezes as legendas podem deixar de aparecer quando essa opção está ativada, seja no PS3 ou no 360 e geralmente ela já está ativada por padrão. Não é sempre que vemos legendas trabalhadas de forma exemplar em seus efeitos, então deixar essa opção desativada acaba melhorando a performance em qualquer situação, exceto se o streaming estiver ocorrendo em um bom hardware através de uma boa rede. Mais detalhes sobre o que fazer ou deixar de fazer com isso veremos adiante.</em></p>
<p>d)      <strong>O <span style="text-decoration:underline;">PS3</span> dá um aviso de que o arquivo está corrompido: </strong>não é tão grave, mas em quase todas as vezes isso é proveniente do próprio arquivo de vídeo. Se isso ocorrer, tente rodar o vídeo indo pela pasta <strong><em>#Transcode#</em></strong> e executando-o usando o <strong><em>TsMuxer</em></strong>. Se ainda assim houver algum erro, é melhor que baixe o vídeo de outra fonte.</p>
<p>e)      <strong>O <span style="text-decoration:underline;">Xbox 360</span> dá uma mensagem de que o formato não é compatível: </strong>o X360 pode pedir alguma atualização de mídia para que alguns formatos de arquivos sejam lidos, mesmo que via PS3 Media Server. Quando for necessário, o sistema irá avisar claramente que é necessário um update para isso. Faça esse update, caso dê essa mensagem. Se ainda assim o vídeo não estiver funcionando, force o transcoding indo em <strong><em>Transcoding Settings</em></strong>, depois <strong><em>Misc Options</em></strong> e no campo <strong><em>Force transcode for the following extensions (coma separated) </em></strong>insira as seguinte extensões: <strong><em>avi,mpg,vob,wmv,asf,divx,mkv,mpeg,flv,mov</em></strong> (copie e cole daqui, caso ache mais fácil). Isso deve resolver o problema, já que, como dito, forçar o transcode para essas extensões faz o MEncoder transcodificar o vídeo para o formato mpeg2, que é compatível com os formatos que o Xbox 360 pode ler. Se ainda assim não houver sucesso, tente rodar o vídeo usando o <strong><em>TsMuxer</em></strong> pela pasta <strong><em>#Transcode#</em></strong>.</p>
<p>Isso conclui o passo 2. Em caso de maiores dúvidas e/ou problemas não relacionados aqui, use o sistema de comentários.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/wubr.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/wubr.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/wubr.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/wubr.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/wubr.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/wubr.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/wubr.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/wubr.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/wubr.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/wubr.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/wubr.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/wubr.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/wubr.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/wubr.wordpress.com/126/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=126&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">soulzito</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Aplausos à Microsoft (é sério, sem sarcasmo [dessa vez...])!</title>
		<link>http://wubr.wordpress.com/2011/01/31/aplausos-a-microsoft-e-serio-sem-sarcasmo/</link>
		<comments>http://wubr.wordpress.com/2011/01/31/aplausos-a-microsoft-e-serio-sem-sarcasmo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 19:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox Live]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft BR]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[xbox live]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox Live BR]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox Live Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox Live Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox Live US]]></category>

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		<description><![CDATA[Um agradecimento à Microsoft pelo serviço feito até agora na Xbox Live brasileira.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=183&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda hora que tenho que escrever nesse blog, acabo criticando alguma coisa. Porém, dessa vez eu preciso fazer um elogio. Há algum tempo atrás, fiz um <a href="http://wubr.wordpress.com/2010/12/05/momento-tulla-era-melhor-que-nunca-tivessem-vindo/">post criticando a inauguração da Xbox Live brasileira</a> em comparação com a inauguração do mesmo serviço em outras regiões, como Chile e Rússia. Um conteúdo pifio, apesar de aceitar compras via cartão de crédito. Resumindo todo o fato, caso não tenha lido esse post, não compensava migrar da Xbox Live americana para a brasileira, mesmo a brasileira dando suporte oficial aos problemas e compras por cartão.</p>
<p>Indo para o quarto mês de funcionamento, a Xbox Live brasileira começa a valer muito a pena. Não há a mesma quantidade de jogos que se tem no serviço norte-americano, mas os jogos que existem são bons e na maioria das vezes, baratos. A lista de jogos completos hoje é a seguinte (clique em cada um para saber o preço em MS points ou em reais):</p>
<p>Xbox Live Arcade</p>
<ul>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Dead-Space-Ignition/66acd000-77fe-1000-9115-d80258410a7b">Dead Space™ Ignition</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/LIMBO/66acd000-77fe-1000-9115-d802584109d1">LIMBO</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Snoopy-Flying-Ace/66acd000-77fe-1000-9115-d802584109b5">Snoopy Flying Ace</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Full-Game-Magic-The-Gathering/66acd000-77fe-1000-9115-d80258410860">Full Game &#8211; Magic: The Gathering</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Trials-HD/66acd000-77fe-1000-9115-d8025841095a">Trials HD</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Shadow-Complex/66acd000-77fe-1000-9115-d802584108f6">Shadow Complex</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/A-Kingdom-for-Keflings/66acd000-77fe-1000-9115-d802584108db">A Kingdom for Keflings</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Castle-Crashers/66acd000-77fe-1000-9115-d802584108b7">Castle Crashers</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Texas-Hold-em/66acd000-77fe-1000-9115-d802584107f6">Texas Hold &#8216;em</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Full-Game-Street-Fighter-II-HF/66acd000-77fe-1000-9115-d802584107f4">Full Game &#8211; Street Fighter II&#8217; HF</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Marble-Blast-Ultra/66acd000-77fe-1000-9115-d802584107d7">Marble Blast Ultra</a></li>
</ul>
<p>Games On Demand</p>
<ul>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Burnout-Paradise/66acd000-77fe-1000-9115-d80245410806">Burnout Paradise</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/NFS-ProStreet/66acd000-77fe-1000-9115-d80245410822">NFS ProStreet</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Dantes-Inferno/66acd000-77fe-1000-9115-d802454108cf">Dante&#8217;s Inferno™</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Gears-of-War-2/66acd000-77fe-1000-9115-d8024d53082d">Gears of War 2</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Gears-of-War/66acd000-77fe-1000-9115-d8024d5307d5">Gears of War</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Battlefield-Bad-Co/66acd000-77fe-1000-9115-d802454107f9">Battlefield: Bad Co.</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/SUPER-STREETFIGHTER-IV/66acd000-77fe-1000-9115-d802434307fc">SUPER STREETFIGHTER IV</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Need-for-Speed-SHIFT/66acd000-77fe-1000-9115-d802454108b4">Need for Speed™ SHIFT</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Crackdown-2/66acd000-77fe-1000-9115-d8024d5308bc">Crackdown 2</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Transformers-WFC/66acd000-77fe-1000-9115-d8024156084c">Transformers: WFC</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Ghostbusters/66acd000-77fe-1000-9115-d802494707f4">Ghostbusters</a></li>
<li><a href="http://marketplace.xbox.com/pt-BR/Product/Red-Dead-Redemption/66acd000-77fe-1000-9115-d8025454082b">Red Dead Redemption</a></li>
</ul>
<p>O preço dos MS Points na Xbox Live, comprando com seu cartão de crédito, são de:</p>
<ul>
<li><span style="font-family:Arial;line-height:normal;">500 Microsoft Points &#8211; R$ 12,50</span></li>
<li><span style="font-family:Arial;line-height:normal;">1000 Microsoft Points &#8211; R$ 25,00</span></li>
<li><span style="font-family:Arial;line-height:normal;">2000 Microsoft Points &#8211; R$ 50,00</span></li>
<li><span style="font-family:Arial;line-height:normal;">5000 Microsoft Points &#8211; R$ 125,00</span></li>
<li><span style="font-family:Arial;line-height:normal;">6000 Microsoft Points &#8211; R$ 150,00</span></li>
</ul>
<p>Para se tornar assinante Ouro/Gold, comprando com seu cartão de crédito na Xbox Live, os preços são:</p>
<ul>
<li>Gold – 12 meses R$ 89,00</li>
<li>Gold – 1 mês R$ 15,00</li>
</ul>
<p>Recentemente foi adicionado à Xbox Live brasileira o suporte ao Twitter e ao Facebook, assim como existe no serviço norte-americano. Aos poucos ela está se tornando cada vez melhor. Os DLCs e add-ons de jogos existem, mas ainda há alguns a serem adicionados, como os DLCs de Mafia II, por exemplo. Há também algumas promoções rolando e demos que estão sendo lançadas no exterior também são trazidas ao mesmo tempo para o serviço brasileiro, como foi o caso de Crysis 2 Multiplayer e Bulletstorm Demo. Mas o melhor de tudo mesmo é, além de poder comprar coisas com seu cartão de crédito via Xbox Live, é saber que há jogos que custam 39 reais e não são jogos ruins. O preço está bem convidativo e se procura uma alternativa para comprar alguma coisa, recomendo que compre na Live BR ou espere um pouquinho até que o título saia nela, pois geralmente os preços são um pouco mais baixos que preços do mesmo jogo em mídia comprado numa loja da sua preferência.</p>
<p>Se você não quiser usar seu cartão de crédito nela, pode comprar cartões pré-pagos em várias das grandes lojas como FNAC e Saraiva (há outras lojas) como fazem lá fora. Chegando em casa é só retirar o lacre do cartão e resgatar/dar redeem no código do cartão que comprou. Mas fica o aviso: esses cartões têm um preço um pouco maior do que o praticado na Xbox Live para o mesmo produto.</p>
<p>Ainda recomendo que mantenham uma conta norte-americana, pois há muitos títulos bons lá que ainda não chegaram e o processo de adição continua meio lento. Mas já deu pra ver que a Microsoft está levando a Live BR à sério e não deixando seus clientes num hiato. Há muita coisa a ser feita, mas o que foi feito até agora nesse intervalo de tempo já foi esplêndido.</p>
<p>Continue assim, Microsoft! Nós agradecemos!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/wubr.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/wubr.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/wubr.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/wubr.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/wubr.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/wubr.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/wubr.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/wubr.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/wubr.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/wubr.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/wubr.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/wubr.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/wubr.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/wubr.wordpress.com/183/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=183&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">soulzito</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Jogo Justo: eu não apoio. [atualizado com explicação no final]</title>
		<link>http://wubr.wordpress.com/2011/01/30/jogo-justo-eu-nao-apoio/</link>
		<comments>http://wubr.wordpress.com/2011/01/30/jogo-justo-eu-nao-apoio/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 15:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[apoiar jogo justo]]></category>
		<category><![CDATA[Apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Jogo Justo]]></category>
		<category><![CDATA[JJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jogo Justo]]></category>
		<category><![CDATA[Jogo Justo Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[JogoJusto]]></category>
		<category><![CDATA[lojas jogo justo]]></category>
		<category><![CDATA[Moacyr Alves Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Moacyr Jogo Justo]]></category>
		<category><![CDATA[não apoio]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Jogo Justo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wubr.wordpress.com/?p=177</guid>
		<description><![CDATA[Por que eu não apoio o projeto Jogo Justo e você deveria fazer o mesmo.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=177&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está lendo esse blog ou é um dos raros leitores que acompanha isso aqui, já deve estar informado sobre o projeto Jogo Justo. Caso contrário, informá-los-ei sobre isso.</p>
<p>O projeto Jogo Justo é um projeto de responsabilidade de Moacyr Alves Jr. e tem como objetivo principal conseguir reduzir impostos sobre jogos importados no Brasil, podendo deixá-los mais baratos e esperando que isso combata a pirataria e gere mais empregos e oportunidades de negócios no setor de jogos brasileiro. Acesse o site do projeto para conhecê-lo: <a href="http://www.jogojusto.com.br/category/sobre/">http://www.jogojusto.com.br/category/sobre/</a></p>
<p>Agora que estão informados, dou meu ponto de vista.</p>
<p>Não vi ninguém fazendo um post em grandes blogs falando ser contra o projeto. Somente a favor. Porque virou moda você ser a favor do Jogo Justo e ser nerd hoje em dia por aqui. Parece que ninguém teve bolas pra isso, então dou minha cara à tapa.</p>
<p>O Jogo Justo não recebe meu apoio. Simplesmente porque caiu a ficha pra coisas mais importantes, e impostos em jogos não é uma delas. É um projeto mesquinho, sem bom senso e com muita gente que sequer sabe o que diz sendo apoiadores fervorosos. E pra piorar, quase todas as grandes lojas que têm uma categoria especial para venda de jogos e produtos relacionados, estão usando o projeto como puro e simples ato marqueteiro.</p>
<p>Ter jogos com preços que se ache justo não resolve 0,1% dos problemas relacionados à pirataria, nem com negócios que giram em torno do mercado de jogo e muito menos colabora com o bolso do mercado consumidor brasileiro. Se eu fosse apoiar algo relacionado à redução da carga tributária, apoiaria e apoio uma reforma tributária total no país.</p>
<p>Jogos com menos impostos não resolvem o problema da oneração contratual de empregados. Não resolve o problema de carros absurdamente caros pelo pouco que as montadoras oferecem. Não resolve o problema de que o aço produzido no Brasil sai mais caro que mandar matéria-prima pra fora, ter o aço confeccionado em outros países e importado para ser usado por aqui.</p>
<p>A não ser que a população, vendo que jogos estão com redução de impostos, mas o feijão que se compra no mercado da esquina continua com os mesmos altos impostos, e até mais altos que um jogo, acabe se revoltando contra o governo, o projeto não deveria ir pra frente e tampouco receber todo esse apoio.</p>
<p>Amigo&#8230; Se você usou seu carro pra ir à uma loja, ontem, no Dia do Jogo Justo, o combustível que está dentro do seu tanque tem altos impostos. O mesmo pro carro que você tem hoje. A roupa que você comprou teve impostos. A energia que você consome pra conseguir jogar também tem altos impostos. Independente de você ter comido num estabelecimento qualquer ou dentro da sua casa, a comida comprada pra preparar o que comeu tem impostos bem altos. O salgadinho que você comprou e come enquanto joga está recheado com impostos. Assim também como qualquer bebida, principalmente se for aquela cervejinha que tanto gosta: 56% de impostos (<a href="http://www.bebendobem.com.br/2010/09/no-brasil-sem-impostos-a-cerveja-custaria-r-050/">fonte</a>). Você ainda paga IPTU para ter sua casa. Para ter seu carro, paga o IPVA e ainda engole numa boa pagar quase 20 reais de pedágio pra descer até o Litoral Sul de São Paulo pela Imigrantes e buracos dentro da cidade de São Paulo ou na sua cidade. A empresa que você trabalha e dá o seu vencimento paga também vários impostos, além do que te contratar também teve um custo em impostos.</p>
<p>Eu sou gamer. Jogo PRA CARALHO e enquanto tiver dedos, bom cérebro e boa visão, vou continuar a jogar até meu último suspiro de vida. Mas eu não quero jogos mais baratos. Mesmo. Eu ter todo esse cenário no Brasil e ver jogos ficando mais baratos é errado, muito errado. Pouco vai me importar eu pagar 100 reais por cada jogo lançamento e original, como os norte-americanos pagam por lá. Todo o resto ainda vai estar com altos impostos e não é um jogo ou uma line-up inteira de um console qualquer comprado com impostos que se ache justo que vai resolver minha vida e a vida de quem quer um bom futuro pra si.</p>
<p>Fico muito decepcionado de me intitular como gamer quando vejo milhares de pessoas que se intitulam assim também não pensando sequer um palmo à frente antes de apoiar um projeto como esse.</p>
<p>Não apoio e nunca irei apoiar o projeto Jogo Justo por todos esses motivos. Se é para reduzir impostos, que se reduza de uma forma geral, por meio de uma reforma em todo o sistema tributário brasileiro. E se você tem um mínimo de bom senso, deveria fazer o mesmo.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Se não entendeu o meu ponto de vista sobre o Projeto, queira por favor ler minha resposta dada ao colega e leitor Wagner sobre isso tudo, talvez de uma forma melhor explicada:</p>
<blockquote><p><em>Olá, Wagner. Obrigado pelo ótimo comentário.</em></p>
<p><em>Sei de tudo isso sobre o Jogo Justo, assim como a atual situação econômica e fiscal brasileira. Mas há pontos que tenho que voltar a ressaltar, que talvez ficaram perdidos no post.</em></p>
<p><em>O meu ponto de vista não fica só nesse projeto. Eu não consigo dar apoio ao Jogo Justo porque há outros pontos da economia brasileira que necessitam de muito mais atenção. E sinceramente não acho que isso vá dar em algo de muita relevância. Achismos por achimos, eu acho que não e outros acham que sim. É uma aposta e a minha vai contra.</em></p>
<p><em>E sabe por que penso que uma reforma tributária não é utópica? Porque uma reforma tributária vai vir, seja cedo ou tarde, por conta de ajustes nas políticas fiscais e econômicas. Crises econômicas e controle de inflação uma hora não vão mais conseguir serem feitos somente por meio de ajustes na SELIC e simples e temporários ajustes de tributos. Não só para consumidores internos, mas para produtores, exportadores e importadores, esses mecanismos já batidos não vão mais ser suficientes para um avanço da economia. Será o ponto onde ou o governo faz a reforma ou faz a reforma. Sua escolha fica somente entre fazer antes de haver um descontrole e colapso da economia num pós-crise ou depois. Economicamente é uma questão histórica e plenamente previsível que aconteça.</em></p>
<p><em>Não deixo de entender que comprar lançamentos no Brasil por 100-120 reais é um sonho de muitos, inclusive o meu. Mas eu realmente prefiro deixar de apoiar a causa do Jogo Justo para apoiar algo maior e que dê muito mais resultados a longo prazo ao país. Não nos esqueçamos que além de combater altos impostos, caso o projeto vire uma lei e faça com que impostos para jogos sejam reduzidos, teremos que combater altos lucros. Ou acham que grandes varejistas são bonzinhos e não vão alterar a sua margem de lucro após a queda de impostos?</em></p>
<p><em>A política e os mecanismos para arrecadação de tributos brasileiros são atrasados, complicados, não transparentes e exageradamente falível. Enquanto por um lado há de se combater um abuso e fomentar o desenvolvimento de empregos e do mercado consumidor, há de se garantir também a arrecadação em níveis satisfatórios aos cofres públicos, pois não ter impostos sim, seria algo totalmente utópico. E enquanto o Jogo Justo tenta cuidar somente de jogos, uma reforma tributária poderia cuidar da maioria dos pontos que necessitam de atenção, inclusive impostos sobre jogos. E mesmo que seja uma solução que demore para acontecer, tenho mais certeza de que ocorra por tratar de assuntos “mais importantes” do que jogos. Prefiro, portanto, apoiar isso à apoiar o Jogo Justo.</em></p></blockquote>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/wubr.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/wubr.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/wubr.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/wubr.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/wubr.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/wubr.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/wubr.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/wubr.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/wubr.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/wubr.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/wubr.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/wubr.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/wubr.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/wubr.wordpress.com/177/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=177&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uma hora enjoa [+COD: Black Ops][+Novelão][+Comparações]</title>
		<link>http://wubr.wordpress.com/2011/01/16/uma-hora-enjoa/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 22:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[PS3]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>

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		<description><![CDATA[Um breve review e comparativo entre Call Of Duty: Black Ops e Medal Of Honor, com as devidas críticas e elogios.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=171&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquele ditado que diz &#8220;em time que está ganhando não se mexe&#8221;? InfinityWard e a TreyArch ficaram assim um bom tempo com a série Call Of Duty. Afinal, a série que foi lançada principalmente para desbancar outra série de sucesso da época, Medal Of Honor, teve seu êxito e assim permaneceu. Costumo colocá-la como o Need For Speed dos FPS de guerra. Afinal, todo ano saem um ou dois títulos da série que vendem como se a InfinityWard e a Treyarch fossem donas da única barraquinha que ofereça água no maior deserto do mundo.</p>
<p>Nem vou comentar da novela que aconteceu em relação à série e a InfinityWard e a Activision. Foda-se isso, por enquanto. O que interessa é o seguinte:</p>
<p>Enquanto estava em NY (e deixo pra falar disso outra hora), preso na neve, acabei comprando de última hora o Call Of Duty: Black Ops. Afinal, joguei <strong>TODOS</strong> os jogos da série desde o primeiro deles e foi amor à primeira vista. E desde então, todos os jogos que tenho jogado foram só elogio (<em>kinda&#8230;</em>). Uns negócios que me irritam na jogabilidade aqui e acolá, mas nada que me fizesse falar &#8220;mas que jogo de merda&#8221;.</p>
<p>Até ontem.</p>
<p>Ontem, depois de chegar de um breve lanche com uns amigos no The Rockets aqui em São Paulo, decidi que iria pegar COD: Black Ops pra terminar a campanha. E assim foi. Jogando do zero até o final, como sempre, prestando o máximo de atenção nos detalhes do jogo e da sua estória. A estória se passa na época da Guerra Fria, com um grande pano de fundo do passado de Mason entre as décadas de 50 e 70, época da Guerra do Vietnã. Você, na pele de Mason, está sentado interrogado por gente que você ainda não faz ideia de quem seja em relação à certos números, enquanto o seu país (EUA) está a beira de um ataque da URSS e países aliados à ela. O jogo em si se passa em 99% do tempo nas lembranças de Mason, enquanto ele é interrogado. E como é da tradição da série, você acaba vendo essas lembranças e vivendo essas estórias do ponto de vista de outros personagens que você encara.</p>
<p>Essa fórmula de contar a mesma estória de pontos de vistas de diferentes personagens jogáveis é bem interessante. Continua interessante, aliás. Tanto é que o remake da série Medal Of Honor agora fez isso também. E já já eu volto nesse jogo.</p>
<p>Num geral, Black Ops é bom? É. Mas está longe da excelência dos jogos anteriores. O som é ótimo, como sempre, a TreyArch adicionou um pouco mais de gore ao jogo, deixando um pouco mais interessante, mas fatores da jogabilidade/gameplay e, dessa vez, a estória em si, foram grandes pontos negativos, IMHO.</p>
<p>Convenhamos que só de se falar sobre a Guerra Fria você pode criar teorias da conspiração gigantescas, sejam elas bem elaboradas ou não. O bom foi que a TreyArch não focou, novamente, na questão da Crise dos Mísseis e nem nas ogivas nucleares de ambos os lados da Guerra Fria. Escolheu criar uma trama, ainda envolvendo armas de destruição em massa, da sua cabeça. O ruim é que, talvez por não focar no clichê (nem todo clichê é ruim), ela própria se embaralhou e complicou demais a estória, tornando-a difícil de contar através da gameplay sem tornar a estória e a gameplay coisas chatas.</p>
<p>A estória poderia ser muito mais profunda e ter menos encheção de linguiça no seu desenrolar. Assim como foi com Modern Warfare 1 e 2. Mas como reclamaram que a campanha single player de ambos os títulos era curta demais, a TreyArch deve ter tentado alongar a estória dessa campanha na jogabilidade, e aí não devem ter tido imaginação o suficiente pra preencher as lacunas com coisas interessantes.</p>
<p>Chega uma hora que enjoa. Quando você percebe que o jogo ainda vai te mostrar o ponto de vista da mesma missão de um ou dois personagens depois de ter visto pela cara do principal, você desanima. Principalmente quando começa a jogar desses outros pontos de vista e, até chegar no ponto de encontro desses personagens, não houve nenhum fato que importasse. Nem acrescenta informação útil, nem retira informações. Preenchimento de espaço somente, ou, gordura. Há muitos pontos da estória que poderiam e deveriam ser contadas somente com uma breve cutscene, mas na decisão de prolongar a estória, o que era pra virar uma trama conspiratória de nível cinematográfico, acabou virando um novelão. Só faltou aparecer o Totó, armado, fardado, tatuado e com uma bandana na cabeça no meio da selva vietnamita (sim, eu assisto novela de vez enquando).</p>
<p>Outro ponto que, nesse exato momento, começa a incomodar e ficar com um pé atrás com o título antes mesmo de comprá-lo é a engine. Call Of Duty: Black Ops está utilizando a mesma engine, com alguns remendos, de COD: World At War, que serviu de base, com alguns remendos, para Modern Warfare da InfinityWard, que serviu, com mais remendos, para Modern Warfare 2. Enfim, os mesmos probleminhas da jogabilidade que você vê em World At War estarão em todos esses outros títulos, inclusive em Black Ops. Todos eles, com o passar dos tempos, tiveram suas devidas melhorias, mas certas coisas não mudam. A sensação de estar colocando um cartucho na arma onde metade das balas são de festim e a metade é verdadeira, os mesmos efeitos, a falta de precisão das armas jogando nos consoles, os mesmos sons de armas vindos de títulos anteriores&#8230; No fim, só mudam a &#8220;roupagem&#8221;. Os gráficos, sons e jogabilidade são os mesmos. Inclusive os mesmos defeitos.</p>
<p>Se um número como nota te interessa, daria<strong> nota 7 </strong>para Black Ops. Não é ruim, mas passou longe de ser um Call Of Duty que, pelo menos eu, esperava que fosse. E ele próprio sinaliza que é necessário fazer mudanças na engine. Nem que pra isso demorem alguns anos. Assim como fizeram com <strong>Medal Of Honor</strong>.</p>
<p>Também comprei esse jogo enquanto estava lá. Só não joguei online ainda porque comprei usado na Gamestop e o online pass já foi usado, o que vai me obrigar a gastar 10 dólares pra que consiga usar o modo online. Baratinho, mas agora não estou com tempo nem dinheiro sobrando pra gastar com mais coisas relacionadas a jogos.</p>
<p>Medal Of Honor cai em um clichê, sim. Guerra moderna, acabam falando das guerras mais recentes no Iraque e Afeganistão, usando todo o aparato tecnológico que todos gostamos de ver em Modern Warfare. Apesar disso, a estória é um tanto curta. Não tão curta quanto Bad Company 2, que é extremamente curta, mas curta o suficiente para agradar e não longa o suficiente para que não canse.</p>
<p>Além disso, usa a engine FrostBite, da DICE, que vem sendo melhorada desde Battlefield: Bad Company. Medal Of Honor não voltou a ser o que a série sempre foi, felizmente, pois isso significaria que estaríamos jogando com um personagem que é o &#8220;exército de um homem só&#8221;. Algo que Call Of Duty poderia começar a utilizar, pois a I.A. dos NPCs amigos é ridiculamente estúpida e inútil. Medal Of Honor ganha um gostinho dos primeiros Call Of Duty, por ser o primeiro da série a te introduriz num grupo e esse grupo realmente te ajudar nos combates, além do que também começa a usar o conceito de diferentes pontos de vista para a mesma missão, utilizando-se de vários personagens interligados numa só trama.</p>
<p>Apesar de ter aquele ar de &#8220;<em>I wanna be a Call Of Duty</em>&#8220;, o jogo faz o que deveria fazer: renova ares. É um novo jogo, numa boa engine com uma gameplay muito boa. Melhor, na minha opinião, do que Black Ops, tanto no sentido da mecânica da jogabilidade em si como no quesito de como contar a estória de forma clara e não cansativa.</p>
<p><strong>Recomendação final?</strong> Jogue ambos, afinal &#8220;gosto é que nem cu&#8221;, dentre outros ditados de ideia similar. Mas recomendo muito mais Medal Of Honor à Black Ops. A experiência é muito mais divertida e gratificante.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/wubr.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/wubr.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/wubr.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/wubr.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/wubr.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/wubr.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/wubr.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/wubr.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/wubr.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/wubr.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/wubr.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/wubr.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/wubr.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/wubr.wordpress.com/171/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=171&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>[Rage Post] &#8220;been there, done that&#8221;, mas nada do que se orgulhar.</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 14:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Frequento muitos fóruns. Não tantos, mas um número que dá pra falar que &#8220;é muito&#8221; perto de quem é cadastrado e acessa um ou dois por aí. Hoje resolvi da uma olhada em alguns deles. Sempre dou uma olhada em seções específicas como &#8220;Microsoft &#8211; Xbox/Xbox 360&#8243;, &#8220;Playstation&#8221;, &#8220;PCs&#8221;. É o que geralmente uso aqui [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=165&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Frequento muitos fóruns. Não tantos, mas um número que dá pra falar que &#8220;é muito&#8221; perto de quem é cadastrado e acessa um ou dois por aí.</p>
<p>Hoje resolvi da uma olhada em alguns deles. Sempre dou uma olhada em seções específicas como &#8220;Microsoft &#8211; Xbox/Xbox 360&#8243;, &#8220;Playstation&#8221;, &#8220;PCs&#8221;. É o que geralmente uso aqui em casa pra me divertir e acabo querendo me informar sobre isso. Mas isso quando consigo&#8230;</p>
<p>Desde que o 360 veio ao mundo e seu primeiro destravamento aconteceu, uma coisa bem imbecil veio junto: poluição dos fóruns. Pelo menos nos fóruns que frequento, é raro encontrar um assunto na pasta sobre Xbox 360 que não seja sobre algo falando de novos métodos de destravamentos, banimentos da Xbox Live e coisas do tipo. E ultimamente os fóruns sobre PS3 andam ganhando a mesma cara após o lançamento do Jailbreak. Isso me deixa fodido, pois forma-se um grupão fechado sobre isso e outros assuntos sobre esses consoles acabam ficando escondidos debaixo de um monte de tópicos-lixo.</p>
<p>Se houvesse um ou outro assunto pra discutir numa boa, mas não. E quando você cria um tópico pra tentar ver se a coisa toma um rumo diferente, mesmo que por pouco tempo, tem que engolir nego falando &#8220;se tá foda, então destrava&#8221;.</p>
<p>&#8220;Amigo, vá sentar numa pica&#8221; &#8211; Você pensa e se segura pra não digitar isso no tópico pra não acabar banido do fórum (se bem que ser banido ou não desses fóruns já não faz diferença alguma pra mim por conta da falta de conteúdo da maioria). Nessas horas você se pergunta se a liberdade de expressão de certas pessoas não deveria ser cassada, se houvesse como.</p>
<p>Antes que um sem noção entre aqui e comece a vomitar discurso pronto de &#8220;seu hipócrita&#8221;, amigo, &#8220;<em>been there, done that&#8221;</em>.</p>
<p>Os únicos consoles originais que tive na vida só os tenho agora e são um Xbox 360 S e um PS3 Slim. Eu sei bem do que falo quando digo que a pirataria acaba fodendo sua vida e a vida alheia.</p>
<p>Uma ideia que um &#8220;pirateiro&#8221; não consegue conceber é ter contato com um lançamento, no mínimo, uma vez por mês e olhe lá. E antes que falem de preço, a maioria vive num mundo da lua onde o preço ideal pra um jogo de console deveria ser 10 reais, e ainda assim iria piratear, pois 10 mal vem com case boa, a mídia não tá bem &#8220;printada&#8221;, que se for pagar então quer coisa boa&#8230; mimimis aqui e ali pra no final tentar justificar a Lei de Gerson: consigo de graça, não quero comprar, mas quero jogar.</p>
<p>Pra quem joga originais, uma coisa que dá um gostinho do que é jogar com um console pirata, mas de um modo bem diferente ainda assim, é comprar jogos da PSN e da Xbox Live. Pelo preço de um jogo em mídia, você acaba conseguindo comprar 5 ou mais jogos, dependendo do preço. E são aqueles jogos que você vai jogar por um mês ou menos e logo vai deixar de jogar. Pirataria, na prática, é isso: você tem acesso a todo e qualquer jogo. E a facilidade de estar em contato com um jogo diferente quando quiser, quase nunca vai te forçar a jogá-lo do jeito que deveria, você sendo um gamer &#8220;<em>hardcore&#8221;</em> ou não. E isso dá outra consequência em fóruns, onde o cidadão baixa o jogo, grava, testa, joga por uma hora ou um pouco mais, tira a mídia do console, joga pro lado e baixa outro pra repetir o processo: falar merda do jogo. O cara não cria interesse no jogo por mal jogá-lo, tem a facilidade de ter outro em mãos se não gostar do que jogou e entra em fóruns pra criar tópicos falando merda daquilo que, se passou meia hora jogando, foi muito.</p>
<p>Mas o principal é ver gente com consoles piratas e banido das suas respectivas redes falando que não sente falta delas. Nunca vi, até hoje, a Sony banindo usuários da PSN por causa do Jailbreak, mas o caso é o total inverso quando se fala do Xbox 360 e da Xbox Live. Centenas de brasileiros são banidos a cada ano na Xbox Live. Meus amigos, repito: &#8220;<em>been there, done that</em>&#8220;. Você compra um console cujo um dos principais pontos é mantê-lo conectado, passa mais de 18h conectados em fóruns e redes sociais durante a sua rotina diária pra depois falar &#8220;fui banido, mas não vou sentir falta&#8221;. <strong>AH, NEGRO, POR FAVOR! </strong></p>
<p>Você sentirá falta. Ponto. O que você tá fazendo é simplesmente se conformar com o fato de que, pra acessar a rede novamente, terá de comprar outro Xbox 360. E como seu dinheiro não nasce em árvore, não vai comprar outro só pra acessar e ter outro pirata só pra jogar, porque&#8230; <strong>né?! </strong>Já seria muita burrice acumulada num único ser humano.</p>
<p>É bom eu estar livre da pirataria nessa área. Mas como disse, &#8220;<em>been there, done that&#8221;</em>. E como é uma bosta estar do lado de lá fazendo isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/wubr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/wubr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/wubr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/wubr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/wubr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/wubr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/wubr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/wubr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/wubr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/wubr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/wubr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/wubr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/wubr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/wubr.wordpress.com/165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=165&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>[Momento Tulla] Era melhor que nunca tivessem vindo</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 13:13:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maeda (@soulomaeda)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox Live]]></category>
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		<category><![CDATA[Xbox Live US]]></category>

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		<description><![CDATA[Microsoft mostra como não promover o produto da sua empresa.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=wubr.wordpress.com&amp;blog=14371435&amp;post=161&amp;subd=wubr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o início desse ano, um dos assuntos mais comentado era o início do funcionamento da Xbox Live brasileira. Com rumores aqui e ali e uma pequena desconfiança em relação aos preços que seriam praticados, as coisas foram se esclarecendo aos poucos. Finalmente, em 10 de Novembro, a Microsoft abriu as portas da Xbox Live brasileira e ainda ofereceu opções para que muitos os que estivessem em outras regiões de Xbox Live, como a americana, pudessem migrar para a brasileira sem perder pontos ou o período de assinatura Gold restante.</p>
<p>E era melhor que nunca tivessem feito isso&#8230;</p>
<p>Desde seu nascimento, que coincidiu com o lançamento de outras Xbox Live, como a chilena, o conteúdo continua escasso. Se antes não tínhamos nada, hoje temos muito pouco. Começou somente com Dead Space Ignition na XBLA e Halo Waypoint, que não é bem um jogo, no Games On Demand. Algumas poucas demos e só. Hoje temos Dead Space Ignition, Snoopy: Flying Ace e Trials HD na XBLA, além de uma recente adição no Games On Demand com Bioshock 2, custando 79 reais. No mesmo tempo, as Xbox Live russa e chilena entraram em funcionamento com quase todo o conteúdo que a americana tem de jogos e Games on Demand. E isso no primeiro dia de funcionamento.</p>
<p>O resultado disso foi tratar possíveis consumidores brasileiros como palhaços. Quem migrou (oi!q?!) agora está com sua gamertag presa por obrigatoriamente 12 meses à Xbox Live BR. Se quiser voltar à US, terá de esperar esses 12 meses findarem para que o pedido de migração de região seja habilitado. Outro grande problema é que quem tem conteúdo comprado na Live US, ainda é altamente recomendado que não apague esse conteúdo do HD, pois ainda não há como baixá-los via Live BR. Ou seja, se você tem um HD pequeno e confiava no histórico de compras para fazer novamente o download do que comprou e assim sempre ter um espacinho de sobra no pequeno HD, se migrou, desculpe, mas você se fodeu até que disponibilizem todo o conteúdo. Fora que também não há quase nada das DLCs disponíveis na Live US. Então se você queria muito comprar aquele DLC foda que viu que lançaram, pode esperar sentado.</p>
<p>Os preços praticados dentro da Live BR são bons, apesar disso tudo. Comprar 5000 mspoints por 125 reais e ainda ter a possibilidade de usar seu cartão de crédito (desde que seja internacional) é uma boa. Parece que também já há uma promoção de 12 meses Live + jogo Aqua (que ainda não foi disponibilizado) por 70 reais. Pena que não há onde gastar 5000 pontos, nem motivação para ligar o Xbox 360 e usar a Live para multiplayer.</p>
<p>Desde criança, quando comecei a ir à escolinha, minha educação foi que, se for fazer um trabalho pela metade, então nem faça. Isso é sinal de pura incompetência. Se for fazer, faça completo, mesmo que demore. Mas complete a porra do trabalho. Se o pessoal da Microsoft tivesse só esse básico na filosofia de trabalho&#8230; Mas, não tendo, lançaram dentro do prazo, com somente 1% do trabalho completo e sem sequer dar demais explicações aos consumidores de como isso está sendo resolvido.</p>
<p>Assim, acabo resolvendo que, se a Sony tiver planos para também estabelecer uma Playstation Network nativamente brasileira, que não siga os mesmos moldes. Se for para vir dessa forma, é melhor que nunca venha.</p>
<p>Estou/estamos dando 12 meses de prazo para que a Microsoft comece a mostrar uma enxurrada de conteúdo na Xbox Live brasileira, para que fique o mais próximo possível da Live americana. E isso só em termos de jogos, tanto da seção Xbox Live Arcade quanto da Games On Demand. Se até lá eu não ver nada que agrade, desculpe, mas minha grana vai voltar pra Microsoft americana, pois pouco me importa ter suporte oficial e conseguir usar meu cartão de crédito como os americanos têm e usam, se não há conteúdo algum.</p>
<p>Doze meses, Microsoft. Doze-fucking-meses. Não nos desaponte, porra!</p>
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